Acidente na BR-364 deixou o marido da vítima ferido; casal foi arrastado por cerca de 20 metros após a colisão
Uma mulher morreu e o marido ficou ferido após um grave acidente de trânsito envolvendo uma motocicleta e um caminhão boiadeiro na manhã desta terça-feira (28), na BR-364, conhecida como Via Verde, nas proximidades da Terceira Ponte, no bairro Praia do Amapá, no Segundo Distrito de Rio Branco.
A vítima fatal foi identificada como Marileia Ferreira dos Santos, de 47 anos. O condutor da motocicleta, Altemir de Souza Menezes, também de 47 anos, sofreu ferimentos e recebeu atendimento médico no local.
Segundo informações de testemunhas, o casal seguia em uma motocicleta Yamaha Factor, de cor roxa, no sentido Terceira Ponte/UPA do Segundo Distrito, quando Altemir tentou realizar uma conversão à esquerda para acessar o Loteamento Praia do Amapá, em um trecho da rodovia onde a manobra é proibida. Nesse momento, a motocicleta foi atingida por um caminhão boiadeiro que trafegava pela Via Verde.
Com a força da colisão, o casal e a motocicleta foram arrastados por aproximadamente 20 metros. Durante o acidente, a roda traseira do caminhão passou sobre Marileia, que sofreu traumatismo cranioencefálico gravíssimo e múltiplas fraturas. Ela morreu ainda no local.
Altemir sofreu escoriações pelo corpo e uma fratura na escápula direita. Uma ambulância de suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada. Os socorristas constataram o óbito de Marileia e prestaram atendimento ao motociclista, que optou por permanecer no local, ao lado do corpo da esposa, até a conclusão dos trabalhos das equipes de segurança.
Policiais militares isolaram a área para a realização da perícia criminal. O Boletim de Acidente de Trânsito (BAT) foi confeccionado e, após os procedimentos periciais, o corpo de Marileia Ferreira dos Santos foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames de necropsia.
A motocicleta foi retirada da rodovia por um serviço de guincho. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes.




Fonte: O Alto Acre








