O Corpo de Bombeiros foi acionado na noite desta quarta-feira (26), por volta das 21h30, para atender a um incêndio em uma residência no município de Rodrigues Alves, no interior do Acre. Apesar de o imóvel ter sido praticamente destruído pelas chamas, a atuação rápida dos militares evitou que o fogo se espalhasse para outras casas.
Segundo a capitã Laiza Mendonça, comandante de exercício e subcomandante do Corpo de Bombeiros em Cruzeiro do Sul, a residência era mista, construída em alvenaria e madeira, e ficava próxima de outros imóveis.
No momento do chamado, uma equipe da Operação Fogo Controlado, que atua no combate a incêndios florestais e está baseada em Rodrigues Alves, realizou o primeiro atendimento. Os militares concentraram os esforços inicialmente em impedir que as chamas atingissem as residências vizinhas.
Enquanto isso, uma equipe especializada em combate a incêndios urbanos saiu de Cruzeiro do Sul em direção a Rodrigues Alves. O deslocamento foi feito por via terrestre e também com o auxílio de uma balsa. Segundo a capitã, uma caminhonete de salvamento foi utilizada para agilizar a travessia e reduzir o tempo de chegada ao local.
Quando a equipe chegou, os militares que já estavam em Rodrigues Alves atuavam com o apoio de um caminhão-pipa da Prefeitura. A ação conjunta permitiu controlar completamente as chamas e realizar o rescaldo, deixando a área em segurança.
O proprietário da residência não estava no imóvel quando o incêndio começou. Segundo os Bombeiros, o fogo teve início durante um período de falta de energia elétrica no município, situação que também dificultou o acionamento das equipes devido à instabilidade nos serviços de comunicação.
Moradores conseguiram avisar os militares que estavam na base da Operação Fogo Controlado em Rodrigues Alves, permitindo uma resposta inicial antes mesmo da chegada da equipe de Cruzeiro do Sul.
A capitã Laiza Mendonça explicou que ainda não é possível afirmar o que provocou o incêndio. No entanto, como a ocorrência aconteceu durante o apagão, uma das possibilidades consideradas é que uma vela tenha sido utilizada dentro da residência e, eventualmente, deixada acesa.
“Não podemos precisar ainda as causas do incêndio. Em virtude de ter acontecido em um momento em que estava sem energia elétrica, pode-se considerar a possibilidade de o morador ter acendido uma vela e ter se ausentado, deixando-a no local. Mas ainda não podemos precisar a causa”, explicou.
A grande quantidade de materiais combustíveis armazenados dentro do imóvel também contribuiu para a rápida propagação das chamas.
A atuação imediata dos militares que já estavam em Rodrigues Alves foi considerada fundamental para impedir que o incêndio atingisse as residências vizinhas, que estavam muito próximas umas das outras.
Fonte: Jurua24horas






