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Após anos de espera, BR-364 terá obra de R$ 800 milhões, confirma DNIT

Após anos de espera, BR-364 terá obra de R$ 800 milhões, confirma DNIT

O superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Acre, Ricardo Araújo, confirmou nesta quarta-feira (1º) que o órgão pretende lançar, ainda no mês de maio, o edital de licitação para a reconstrução de um trecho da BR-364 entre Sena Madureira e cerca de 20 quilômetros após a entrada de Manuel Urbano.

A obra está orçada em aproximadamente R$ 800 milhões e faz parte de um planejamento estruturado para recuperação da rodovia federal no estado. O anúncio foi reiterado durante agenda no Ministério dos Transportes, em Brasília.

De acordo com Ricardo Araújo, o processo licitatório deve durar cerca de um mês e meio, já que será conduzido diretamente pela sede do DNIT, na capital federal. A previsão é de que os trabalhos comecem em julho, período considerado estratégico.

“O início das obras está previsto para julho, o que é favorável, pois permite trabalhar com pedra mesmo durante o inverno amazônico”, explicou o superintendente.

Outro ponto destacado por Araújo é a situação do trecho entre Feijó e Tarauacá, considerado um dos mais críticos da rodovia. Segundo ele, ainda há interdições que chegam a durar entre 12 e 13 horas em dias de chuvas intensas — número menor do que as 18 horas registradas em novembro do ano passado.

Para amenizar os impactos, o DNIT prevê a realização de operações de tapa-buraco já no mês de abril nesse segmento. O projeto também inclui melhorias estruturais, como o alargamento de cortes e a ampliação de bueiros ao longo da estrada.

O planejamento do órgão para a BR-364 se estende até 2027. Um segundo trecho, entre Boca do Acre e Feijó, deve ter licitação lançada em julho deste ano. Já o segmento entre Feijó e Cruzeiro do Sul está previsto para ser contemplado em 2027.

Toda a reconstrução será executada com a técnica de macadame hidráulico, mesma tecnologia aplicada nos 18 quilômetros entre a rotatória da penal e o aeroporto de Rio Branco.

“É um planejamento que levou três anos para ser aprovado”, destacou Ricardo Araújo, ressaltando que os investimentos seguem um cronograma definido, independentemente de questões eleitorais.

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