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Operação integrada apreende 143 quilos de skank avaliados em R$ 715 mil em Rio Branco

Operação integrada apreende 143 quilos de skank avaliados em R$ 715 mil em Rio Branco

Droga estava escondida em imóvel apontado como depósito de entorpecentes; investigação começou na fronteira com a Bolívia

Uma operação integrada das forças de segurança apreendeu aproximadamente 143 quilos de skank, avaliados em cerca de R$ 715 mil, na tarde desta quinta-feira (10), em Rio Branco. A droga foi encontrada em um imóvel que, segundo as investigações, estaria sendo utilizado como depósito de entorpecentes.

A ação começou a partir de um trabalho de inteligência desenvolvido em conjunto pelo 5º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Brasiléia, e pela Delegacia da Polícia Federal em Epitaciolândia. As equipes teriam identificado indícios da movimentação de um grande carregamento de drogas relacionado a um grupo criminoso com atuação em Cobija, no Departamento de Pando, na Bolívia.

Durante aproximadamente uma semana, os agentes realizaram diligências e monitoramento com o objetivo de identificar os envolvidos, compreender a possível rota utilizada no transporte e localizar o ponto onde o carregamento estaria sendo armazenado.

O trabalho resultou na localização do imóvel, em Rio Branco, por volta das 15h desta quinta-feira. No local, os policiais encontraram os tabletes de skank armazenados, totalizando aproximadamente 143 quilos.

Considerando o valor médio estimado de R$ 5 mil por quilo, a apreensão representa um prejuízo calculado em aproximadamente R$ 715 mil para o grupo criminoso que estaria por trás da movimentação do entorpecente.

A etapa operacional contou ainda com o apoio do Grupo Especial de Fronteira (GEFRON) e do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), ampliando a atuação integrada entre as forças de segurança.

A ocorrência foi encaminhada às autoridades competentes. As investigações deverão prosseguir para esclarecer a origem da droga, a rota utilizada, identificar os responsáveis pelo armazenamento e transporte e verificar a participação de outros envolvidos no esquema.

Fonte: O Alto Acre

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