Ação conjunta com a PM fiscalizou pessoas com tornozeleira eletrônica em Senador Guiomard e Xapuri; abordados foram orientados a voltar para casa e relatório será enviado ao Judiciário
A Polícia Penal do Acre (PPAC), por meio da Divisão de Monitoramento Eletrônico (DME) e da Divisão de Serviços e Operações em Escolta (DSOE), realizou a Operação Saturação nos municípios de Senador Guiomard e Xapuri, abrangendo as regiões do alto e baixo Acre. A ação contou com o apoio da Polícia Militar.
O principal objetivo da operação foi reforçar a fiscalização de pessoas que cumprem medidas cautelares com uso de tornozeleira eletrônica, com atenção especial àquelas que circulam em desacordo com as restrições impostas pela Justiça.

Durante as abordagens, diversos monitorados foram localizados em bares e outros estabelecimentos em horários incompatíveis com as determinações judiciais. Foto: captada
Durante as abordagens, diversos monitorados foram encontrados em bares e outros estabelecimentos fora do horário permitido judicialmente. Em primeira instância, os agentes orientaram os abordados a retornarem imediatamente às suas residências, como medida preventiva.
A Polícia Penal elaborará um relatório detalhado sobre as ocorrências, que será encaminhado ao Poder Judiciário. A partir da análise do documento, o Judiciário poderá adotar medidas administrativas cabíveis contra os infratores.
A Polícia Militar atuou no suporte logístico e operacional, e a ação foi encerrada com saldo positivo, segundo as instituições envolvidas. A operação reforça o compromisso das forças de segurança em garantir a ordem pública e a tranquilidade da população nas duas cidades acreanas.

As ocorrências registradas durante a operação serão reunidas em um relatório elaborado pela Polícia Penal e encaminhado ao Poder Judiciário. Foto: captada
A Polícia Penal classificou a operação como positiva e destacou que ações como essa fazem parte de um esforço contínuo de fiscalização para garantir que as pessoas submetidas ao monitoramento eletrônico cumpram as regras estabelecidas. Para a saúde coletiva, o equilíbrio entre controle e oportunidades de reinserção é fundamental: quando o sistema funciona, ele protege a comunidade, ao mesmo tempo que oferece ao indivíduo uma chance real de reconstruir sua vida — o que, em última análise, reflete-se na redução da violência, na melhoria dos indicadores de saúde mental e no fortalecimento do tecido social.
Fonte: O Alto Acre






