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Três pessoas são mortas em emboscada na zona rural de Boca do Acre, no Amazonas

Três pessoas são mortas em emboscada na zona rural de Boca do Acre, no Amazonas

Entre as vítimas está um adolescente de 14 anos; Polícia Militar prendeu suspeitos em menos de duas horas e apreendeu fuzil e pistolas

Alem do produtor rural da região, seu filho, um adolescente de aproximadamente 14 anos também foi assassinado na chacina. Foto: captada 

Os suspeitos são dois jovens moradores do Platô do Piquiá. A polícia destacou que segue atuando de forma firme no combate à criminalidade, reforçando o compromisso com a segurança da população

A violência voltou a assustar os moradores do município de Boca do Acre, no Amazonas. Um novo crime de extrema brutalidade foi registrado na tarde do último sábado (25) – o segundo caso grave ocorrido em menos de cinco dias, intensificando o clima de medo na região.

De acordo com informações repassadas por familiares, as vítimas, Josias Albuquerque de Oliveira, de 45 anos, Arthur Henrique Ferreira Said, de 14 anos, e Antônio Renato, de 33 anos, estavam em uma caminhonete quando foram surpreendidas por dois homens em uma motocicleta. O crime aconteceu de forma repentina e violenta, sem qualquer chance de defesa, o que reforça a suspeita de execução premeditada.

Segundo a Polícia Militar do Amazonas, por meio da 5ª Companhia Independente de Polícia Militar (5ª CIPM), as equipes foram acionadas para atender a ocorrência na região do Projeto de Assentamento Monte, Linha 13, no sul de Lábrea, área próxima a Boca do Acre.

Após a denúncia, os policiais iniciaram diligências e, em menos de duas horas, conseguiram localizar e prender os suspeitos envolvidos no crime. Durante a ação, foram apreendidos armamentos de alto poder, incluindo um fuzil, duas pistolas e diversas munições.

Informações oficial, é que, a vítima principal do sinistro seriam um homem conhecido popularmente como “Pica”, produtor rural da região. Foto: cedida 

Após o ataque, o veículo caiu de uma ponte e ficou submerso em um igarapé

A resposta das forças de segurança foi rápida. Em uma ação considerada eficiente, a Polícia Militar conseguiu localizar e prender os dois suspeitos em menos de duas horas após o crime. Eles foram detidos e encaminhados para os procedimentos legais, devendo responder pela execução.

Apesar da prisão dos executores, os familiares estão convictos de que o crime não foi isolado.

“Isso não foi por acaso. Queremos justiça de verdade, não só a prisão de quem puxou o gatilho, mas de quem mandou matar”, desabafou um familiar, sob forte emoção.

Os parentes cobram das autoridades uma investigação aprofundada que vá além dos autores diretos do crime. Para eles, é fundamental identificar e responsabilizar o possível mandante, evitando que o caso termine apenas com a punição dos executores.

O caso segue sob investigação, e a expectativa da família é de que a Polícia Civil avance nas apurações para esclarecer todas as circunstâncias e motivações do crime, trazendo respostas e justiça para uma tragédia que abalou profundamente a região.

Os parentes cobram das autoridades uma investigação aprofundada que vá além dos autores diretos do crime. Foto: captada 

Os suspeitos são dois jovens moradores do Platô do Piquiá. A polícia destacou que segue atuando de forma firme no combate à criminalidade, reforçando o compromisso com a segurança da população.

Em menos de duas horas após o crime, dois suspeitos foram localizados e presos. Foto: captada 

De acordo com informações preliminares, os autores do ataque agiram de forma repentina e com uso de armamento pesado, o que impossibilitou qualquer reação das vítimas. Foto: captada 

Durante a operação, os policiais apreenderam um fuzil, duas pistolas e uma grande quantidade de munição. Os detidos são dois jovens moradores da região conhecida como Platô do Piquiá.

A motivação do crime ainda está sendo investigada pelas autoridades, que não descartam a participação de outros envolvidos na ação criminosa.

O caso ocorre poucos dias após outro episódio violento na mesma região, o que aumenta a preocupação de moradores com a escalada da violência em áreas rurais de difícil acesso no sul do Amazonas, onde relatos de medo e insegurança têm se tornado frequentes.

Fonte: O Alto Acre

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